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SLED3 – Saraiva Livreiros SASaraiva Livreiros – Em recuperação judicial

SARAIVA LIVRPN N2
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A Saraiva (SLED3), empresa do setor de livros e material didático no Brasil, é uma das mais tradicionais do mercado, com mais de um século de história. Com uma rede de mais de 33 milhões de lojas e um cartão próprio de pagamento, a companhia atende a milhões de clientes ativos em todo o país. 

Enfrentandorecuperação judicial, a companhia foi profundamente afetada pela pandemia de 2020, com o fechamento das lojas físicas e sem observar um aumento significativo no faturamento de seu atendimento remoto.

História da Livraria Saraiva

A história da Saraiva S.A. – Livreiros Editores começa em 1914, quando Joaquim Ignácio da Fonseca Saraiva abriu uma pequena livraria de livros usados em São Paulo. Na época, a loja ficava perto da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, o que a tornou popular entre os estudantes e professores da área, e Saraiva começou a se especializar em livros de direito. Durante as próximas décadas, a editora expandiu suas operações, tornando-se uma das mais respeitadas editoras de livros jurídicos do país.

Em 1947, a Saraiva tornou-se uma corporação intitulada Saraiva S.A. – Livreiros Editores e passou a publicar livros didáticos e literatura geral, além de livros de direito. Na década de 70, a empresa iniciou seu processo de crescimento, inaugurando sua segunda loja em São Paulo e expandindo sua presença para outros estados do país. A partir dos anos 90, a Saraiva continuou sua expansão, abrindo novas lojas e expandindo sua linha de produtos para incluir livros sobre administração, economia e marketing.

Em 1998, a Saraiva adquiriu a Editora Atual e lançou seu site de e-commerce, tornando-se uma das primeiras empresas brasileiras a vender produtos online. Em 2006, a empresa foi listada no segmento Corporate Governance Level 2 da Bolsa de Valores de São Paulo (BOVESPA) e realizou uma oferta primária bem-sucedida de três milhões de ações preferenciais.

Nos anos seguintes, a Saraiva continuou a expandir suas operações, adquirindo outras editoras e lançando novas linhas de produtos. No entanto, a partir de 2015, a empresa começou a vender seus ativos editoriais, concentrando-se exclusivamente em suas atividades de varejo. Em 2018, a Saraiva enfrentou dificuldades financeiras devido à crise econômica no Brasil, e a empresa teve que reduzir suas operações e cortar custos para se manter à tona.

Em 2020, todas as lojas físicas da Saraiva foram fechadas devido à pandemia de COVID-19. A empresa pediu recuperação judicial em 2018, que foi estendida em 2021 e novamente em 2022. Embora a empresa tenha obtido algumas vitórias importantes em sua recuperação judicial em 2022, é importante observar que a Saraiva enfrenta um ambiente cada vez mais difícil no mercado de varejo, com a concorrência de outras empresas e a crescente preferência dos consumidores pelo comércio eletrônico.

Quem são os acionistas da Saraiva?

A Saraiva (SLED3) é negociada no segmento Nível 2 na B3, com 100% de ações em free float e com 100% de tag along. A companhia possui controle acionário em estatuto, concentrado na Jorge Eduardo Saraiva e Olga Maria Barbosa Saraiva, além dos seguintes investidores:

  • Alyssa Nunes Bruscato Costa, com 15,03% das ações ordinárias da empresa;
  • Jorge Eduardo Saraiva, com 41,61% das ações ordinárias da empresa;
  • Olga Maria Barbosa Saraiva, com 10,41% das ações ordinárias da empresa;
  • Gen Grupo Editorial Nacional Participacoes S A, com 7,45% das ações preferenciais da empresa;
  • Solutions 2 Go Do Brasil Industria Comercio E Dist Ltda, com 7,31% das ações preferenciais da empresa;
  • Editora Moderna Ltda, com 7,02% das ações preferenciais da empresa;
  • Distribuidora Record De Servicos De Imprensa Sa, com 6,99% das ações preferenciais da empresa;
  • Editora Schwarcz S A, com 6,07% das ações preferenciais da empresa;
  • Grupo A Educacao S A, com 5,96% das ações preferenciais da empresa.

SLED3 distribui dividendos?

Não, devido a recuperação judicial a SLED3 não realiza mais distribuição de dividendos desde 2018. A maior distribuição foi em 2009, a R$ 1,43, e a menor em 2017, a R$ 0,18. As distribuições ocorriam, em média, 2 vezes ao ano.

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